segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Já ouviu falar do atual nº1 nas paradas do Reino Unido? Conheça o Biffy Clyro



Em 07/02/13 às 21:41 Por: Wagner Ximenes | Biffy ClyroYeah Notícias
Se 2012 foi um ano atípico na música pop, 2013 parece ter começado mais incomum ainda. Nomes desconhecidos do grande público e que fazem um som alternativo – comparados ao atual cenário musical, pelo menos -, têm conquistado cada vez mais os pódios e tops das paradas musicais mundo afora.
Os que acompanham vendas de discos e singles podem estranhar o top 3 desta semana na parada britânica: o primeiro lugar pertence à banda escocesa  e seu novo álbum duplo, “”; o segundo lugar está com a trilha sonora do musical cinematográfico “Os Miseráveis” e o terceiro com o multiplatinado através das décadas “Rumours”, talvez o disco mais importante da carreira do Fleetwood Mac, lançado originalmente em 1975 e relançado este mês, para divulgar a nova turnê dos veteranos.
O Biffy Clyro, que pode parecer uma banda nova, não e tão nova assim. “Opposites” é o sexto registro de estúdio do grupo que, além do topo na principal parada de álbuns do , também emplacou seu novo single, “”, no Top 40 de singles mais vendidos por lá. Pra completar, eles ainda serão a principal atração em um dos dias do Reading e Leeds Festival, um dos maiores da Inglaterra.
Será que a banda emplaca por aqui?

Elton John estará no novo álbum do Queens Of The Stone Age



Em 07/02/13 às 6:30 Por: Daiv Eickhoff | Elton JohnQueens of The Stone AgeYeah Notícias
 teve seu nome confirmado como a mais recente  anunciada no do , que parece decidido a fazer um disco épico. Outros nomes que estarão no trabalho são Trent Reznor, Mark Lanegan, Nick Oliveri e Jake Shears (Scissor Sisters).
A colaboração improvável foi anunciada por , que assumiu a bateria da banda novamente para este trabalho. Grohl e Sir Elton, que acaba de se tornar pai pela segunda vez, estiveram juntos em uma entrevista com a apresentadora Chelsea Lately. O programa foi ao ar ontem à noite (6).
Durante a entrevista, Grohl disse à plateia: "Recentemente, Elton e eu gravamos algumas coisas juntos. Algo que as pessoas não imaginam que possamos ter feito". Daí, Elton revelou que se tratava de uma nova música para o novo álbum do Queens Of The Stone Age.
"Eu estava em Las Vegas e voei de volta para Los Angeles. Engelbert Humperdinck escreveu-me uma carta muito doce e me pediu para cantar em um dueto com ele. Ele é parte da minha história e não podia dizer-lhe 'não'. Então fui até lá e gravamos", contou Sir Elton.
Grohl, interpondo, disse: "Eu lembro de você (Elton) entrando e perguntando: 'Vocês têm uma balada para mim?' E nós respondemos: 'Não, nós não temos uma balada para você'". Falando especificamente sobre a gravação da música, Elton acrescentou: "Depois de três horas no estúdio e com Grohl tocando bateria em cada take, conseguimos registrar uma tomada incrível. É como se tivéssemos contruído um muro de tijolos. Pacientemente, a coisa tomou forma."
Saca de inglês? Assista a entrevista dos dois astros!

Rock in Rio anuncia Avenged Sevenfold no dia do Iron Maiden


Após tocar no Brasil em 2008, 2010 e 2011, o Avenged Sevenfold confirmou seu próximo show por aqui. O grupo de hard rock americano foi anunciado como atração do Rock in Rio e vai tocar no "dia do metal", em 22 de setembro, com o Iron Maiden encabeçando a escalação.
Em entrevista ao G1, o vocalista do Avenged revela que até o festival já terão lançado mais um disco. Será o sexto da carreira, iniciada em 1999. Mas isso não vai mudar totalmente o repertório, já aprovado por brasileiros que se enfiaram em uma camisa preta e foram assistir ao quinteto em uma das turnês anteriores . "Vamos tocar o que o público quiser ouvir. Se o novo disco for do interesse deles, tocaremos... Se só quiserem ouvir coisa antiga, vamos só tocar coisa antiga", conta Matthew Sanders, mais conhecido pelo codinome M. Shadows. Veja os principais trechos da entrevista feita por telefone:
G1 - Vocês vão tocar com o Iron Maiden. Gostam? Há fãs em comum?M. Shadows - Eu amo Iron Maiden. Já fizemos algumas turnês com eles pela Europa. Somos parte daquele caso em que cada um tem sua base de fãs específica, mas tem muita gente que gosta das duas bandas. Quem tem paixão por metal gosta deste tipo de som. Não vejo a hora de fazer parte deste festival. Para nossa sorte, sei que os fãs brasileiros de Iron Maiden gostam das nossas músicas.O vocalista do Avenged Sevenfold (Foto: Daigo Oliva/G1)
O vocalista do Avenged Sevenfold durante show da banda no Brasil em 2010 (Foto: Daigo Oliva/G1)G1 - Nesta quarta vinda à América do Sul, vocês tocarão apenas no Rock in Rio ou existem chances de shows em outras cidades?M. Shadows - Já estamos conversando com Metallica e Iron Maiden para saber o que eles vão fazer antes e depois do Rock in Rio. Então, existe chance de aproveitar a descida e fazer pelo menos mais dois shows. Ainda estamos vendo isso...
G1 - Depois de The Rev (morto em 2009 por overdose acidental) e Mike Portnoy (ex-Dream Theater)Arin Ilejay foi chamado. É um baterista novo, de 24 anos. Agora que ele já está na banda faz tempo, sente que chegou ao patamar de Rev e Mike?
M. Shadows -
M. Shadows - Rev era um fenômeno. Ele sempre tinha a batida e o tempo certo para cada música. E ele também era compositor, um cantor brilhante... Mike é uma lenda da bateria, é um músico incrível. Arin foi uma aposta nossa, era um jovem rapaz. Ele vem se saindo muito bem. Ele pode tocar qualquer tipo de rock pesado. Quando formos para o Rock in Rio, já teremos lançado um novo disco. Arin vai estar ainda mais solto.
G1 - Vocês vão misturar novas músicas e antigas, ou mais do disco novo?M. Shadows - Vamos tocar o que o público quiser ouvir. Se o novo disco for do interesse deles, tocaremos... Se só quiserem ouvir coisa antiga, vamos só tocar coisa antiga [Risos] Não ficamos presos a um plano. O novo disco ainda está em estágio embrionário. Só temos bases, não há sequer letras. Estamos tentando juntar os pedaços.Avenged Sevenfold (Foto: Daigo Oliva/G1)
Avenged Sevenfold, liderado por Shadows, vem pela quarta vez ao Brasil (Foto: Daigo Oliva/G1)G1 - Vocês já chegaram ao topo da lista de discos mais vendidos nos Estados Unidos. Como fazer para ser popular sem fazer música pop?M. Shadows - É possível, e não somos o único exemplo. Iron Maiden e Metallica são duas das maiores bandas de todos os tempos e passam longe do pop. Pantera foi bem nas paradas e tem um dos discos mais vendidos de todos os tempos. Você tem que consolidar um fã-clube, tem que saber fazer um bom trabalho na cena alternativa e depois saber crescer. Ouvintes de música pop não vão comprar nossos discos. Só queremos tocar rock pesado.
G1 - Há seis anos, vocês bateram Rihanna e Chris Brown no MTV Music Awards, quando ganharam Artista Revelação. Como foi aquela noite? Hoje, é mais difícil para um artista do rock conseguir um feito como esse?M. Shadows - Naqueles tempos, ganhar era bastante importante para nós. Hoje, tocar em um festival com Iron Maiden e Metallica significa mais para mim do que ganhar prêmio na MTV. Antes, o rock tinha a força que a música pop tem hoje. Temos que continuar fazendo o que fazemos, sem importar com o que está na parada. Modas vêm e vão.
G1 - Todos da banda usam nomes artísticos. Por que escolher apelidos?M. Shadows - [Risos] Nós éramos fãs de músicos e vários deles tinham apelidos, como o Slash, por exemplo. Éramos bem novos, criamos nomes diferentes e daí a ideia pegou. É algo divertido, faz parte do universo do rock... Escrever e tocar é a prioridade, claro. Vamos ficando velhos e cada vez menos nos importamos com a imagem que a banda tem.
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As bandas e os acontecimentos que fizeram a história do rock


Clarissa Carvalhaes - Do Hoje em Dia



Arquivo Hoje em Dia
Chuck Berry
Chuck Berry é apontado por muitos como o inventor do rock

Chuck Berry

Apontado por muitos como o inventor do rock and roll é autor da canção que possui a mais famosa introdução de guitarra da história do rock: “Johnny B. Goode”. Aclamado e regravado pelos Beatles, Elvis e Rolling Stones, é também responsável pelos clássicos “Roll Over Beethoven”, “Rock and Roll Music”, “Around Around”, “Down The Road Apiece”, entre outras grandes canções.

Bill Haley & His Comets

Quando “Rock Around the Clock" apareceu na trilha sonora do filme “BlackBoard Jungle” (1955) encadeou uma revolução musical que abriu as portas para talentos como Elvis Presley. Haley emplacou outros sucessos como “Shake, Rattle and Roll” e “See You Later Alligator”, além de estrelar o primeiro musical cinematográfico de rock and roll.

Elvis Presley

Responsável por popularizar o rock, encarado, até então, como uma música essencialmente negra e underground. “Elvis Presley”, de 1956, foi o álbum de estreia do artista. Desse trabalho, "Blue Suede Shoes", "Tutti Frutti" e "Money Honey" são as músicas que o denominariam adiante como o Rei do Rock.

Bob Dylan

Lenda do chamado folk-rock, Dylan encarnou a voz de uma geração a partir de 1962 e ainda hoje não tem substituto à altura. Das suas canções, “Like a Rolling Stone” foi escolhida como a melhor de todos os tempos pela revista Rolling Stone declarando que "nenhuma outra canção confrontou e transformou tão completamente as regras comerciais e as convenções artísticas da sua época".

The Beatles

Formado a partir de 1962, o grupo era formado por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Os britânicos lançaram “I Want to Hold Your Hand”, sua maior referência com raiz no rock, em 1963. Composta pela dupla Lennon/McCartney, a faixa é considerada o marco inicial da “Beatlemania - a Era dos garotos de Liverpool”.

The Who

Sabe aquela tradição de roqueiro destruir os instrumentos no palco? Pois bem. Quem inaugurou o feito foram os meninos do The Who, ainda em 1964. Em uma das apresentações a banda não apenas destruiu a guitarra e os amplificadores, como também usou explosivos para jogar a bateria pelos ares.

Movimento Jovem Guarda

Nasce a partir de um programa da TV Record, em São Paulo, em agosto de 1965. Apresentado por Roberto Carlos, Erasmo e a cantora Wanderléa, a Jovem Guarda tornou-se o primeiro movimento musical no país que pôs a música brasileira em sintonia com o fenômeno internacional do rock da época, catalisado especialmente pelos Beatles, dando origem a toda uma nova linguagem musical e comportamental com influência e essência do rock´n´roll.

Pink Floyd

O nome Pink Floyd é a abreviação de “The Pink Floyd Sound” que homenageia os músicos de blues Pink Anderson e Floyd Council. Formado em 1965, o grupo foi vanguardista em investir em uma música psicodélica e progressiva. “The Wall” (1979) é o décimo primeiro álbum de estúdio do Pink Floyd e foi posteriormente tocado ao vivo com efeitos teatrais e adaptado para o cinema.

Os Mutantes

Apostando no rock psicodélico, Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias criaram a mescla do rock com elementos musicais e temáticos brasileiros. Ainda hoje, Os Mutantes são considerados mundialmente como um dos grupos mais criativos, dinâmicos, radicais e talentosos da era psicodélica.

Janis Joplin

Considerada a "Rainha do Rock´n´Roll”, lançou apenas quatro discos, o primeiro deles (Big Brother and the Holding Company) em 1967. Cultuada pela voz e comportamento marcantes, Janis morreu em 1970, aos 27 anos, em decorrência de uma overdose de heroína.

Jimi Hendrix

Considerado por críticos e músicos como o melhor guitarrista da história do rock, é um dos mais importantes e influentes músicos de sua era. Dava preferência a amplificadores distorcidos e crus. Parte do estilo único de Hendrix se deve ao facto dele ter sido um canhoto e embora usasse diversos modelos de guitarra durante sua carreira, tinha como preferida uma Fender Stratocaster. Com seu perfeccionismo notório, Hendrix deixou mais de 300 gravações inéditas.

Led Zeppelin

De 1968 a banda se destaca pelos riffs de guitarras criados por Jimmy Page, considerado um dos melhores guitarristas de todos os tempos. O guitarrista inovou ao criar uma espécie de som orquestral, como se tocasse, simultaneamente, várias guitarras.

Festival de Woodstock

Com lema "Três Dias de Paz, Amor e Rock and Roll" e a presença de 32 mais conhecidos músicos da época, o Woodstock aconteceu entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969 – um fim de semana chuvoso e com um público de meio milhão de pessoas.

The Doors

Um dos mais polêmicos astros da música, responsável pela difusão do lema “Sexo, Drogas e Rock´n´Roll” (que nascera na década de 1960), o vocalista do The Doors, Jim Morrison, morreu em circunstâncias misteriosas em 3 de julho de 1971, aos 27 anos de idade. Embora recebesse grande parte da atenção frente à banda, Morrison mantinha-se inflexível de que todos os integrantes deveriam ser igualmente reconhecidos. Antes de um concerto, quando o apresentador introduziu o grupo como "Jim Morrison and The Doors", o vocalista recusou-se a entrar no palco enquanto o grupo não fosse novamente anunciado como simplesmente "The Doors".

Rolling Stones

Eles já são vovôs e comemoram neste ano 50 anos de estrada. A trupe é dona de uma das mais clássicas e inconfundíveis logos. O desenho foi usado pela primeira vez no álbum “Sticky Fingers” (1971) e foi criado por John Pasche porque o vocalista da banda, Mick Jagger, não estava contente com as versões feitas por sua gravadora. Em entrevista à revista Rolling Stone, Pasche contou que o conceito de design da língua do logo era “representar a atitude antiautoritarismo da banda, a boca de Mick e as óbvias conotações sexuais”.

Queen

Apontados como os sucessores dos Beatles, a banda era composta por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor. De Londres e formada em 1971, as apresentações ao vivo do grupo foram um dos seus maiores trunfos. Vanguardistas, investiram em luzes, pirotecnias e efeitos especiais durante os shows. Entre os clássicos produzidos, impossível não citar “We will rock you” e “We are the champions”.

Raul Seixas

Um dos pioneiros do rock brasileiro, o Maluco Beleza gravou 21 discos em 26 anos de carreira. "Let Me Sing, Let Me Sing" foi a primeira canção que fez o músico despontar no cenário musical – isso enquanto ele ainda integrava o grupo “Raulzito e os Panteras” (1968). No entanto, o artista só ganhou notoriedade crítica e de público com o disco "Krig-ha, Bandolo!" (1973), como as faixas “Ouro de Tolo”, “Mosca na Sopa”, “Metamorfose Ambulante”, “Al Capone” e “As Minas do Rei Salomão”.

Sex Pistols

Formada em 1975 e uma das bandas que disseminaram as vertentes do punk e rock alternativo, o Sex Pistols tiveram carreira meteórica (pouco mais de dois anos), mas com potência musical suficiente para influenciar bandas como The Clash. Em 1996, Johnny Rotten, ex-vocalista do grupo, afirmou que o Sex Pistols pertencia “a um grupo muito seleto de artistas que podem afirmar, com convicção, terem mudado o mundo”.

Ramones

Para homenagear o produtor Phil Ramone, Joey, Dee Dee e Johnny não apenas batizaram a banda de Ramones, como passaram a usar “Ramone” como sobrenome - como se fizessem parte de uma família. Em 1976, lançaram o primeiro LP, tido como o primeiro disco de punk rock da história. Hoje, o álbum é considerado um dos álbuns mais influentes de todos os tempos.

Movimento Rock Brasil

Na década de 1980 o rock nacional teve seu último grande estouro com o aparecimento de dezenas de bandas libertárias. Era o fim da ditadura militar e o início da campanha "Diretas Já". Bandas com perfil contestador agitavam o país. Dentro desse contexto nasceram artistas que entrariam para a história do rock nacional como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Titãs, Ira, Capital Inicial, Barão Vermelho (com Cazuza), Blitz, RPM, Plebe Rude, Camisa de Vênus (com Marcelo Nova) e Lobão.

As guitarras mais bacanas da história do rock'n'roll



Do Portal HD




Gibson Les Paul


Gibson Les Paul

Quem criou

Desenhada por Ted McCarty com a colaboração com o popular guitarrista Les Paul

Ano de criação

1952 (começou a ser comercializada)

Quem mandou ver

Eric Clapton, Jimmy Page (Led Zeppelin), Pete Townshend (The Who), Slash (Guns N' Roses), Peter Frampton, Ace Frehley (Kiss), Billy Gibbons (ZZ Top)

Pequeno histórico

O design da guitarra foi idealizado em parceria entre a Gibson Guitar Corporation e o guitarrista de jazz e inventor Les Paul, que entrou como consultou no projeto.

Fera em inovações e experimentos, Les Paul utilizava seus dons musicais para beneficiar sua própria música. O que acabou, convenhamos, beneficiando artistas mundo afora e nossos preciosos ouvidos.

O instrumento foi projetado para ser caro e lançado em dois modelos: o regular (Goldtop) e o Custom. No entanto, acabou ganhando diversas variações, como Goldtop (1952–1958), Junior (1954–1960), TV (1955–1960), Special (1955–1960), Standard (1958–1960, 1968–2008) e Les Paul SG (1961–pressente).

Você sabia?

O primeiro rock star a ostentar uma dessas foi o guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, que obteve uma Les Paul Sunburst ano 59, em 1964.


Fender Stratocaster


Fender Stratocaster

Quem criou

Leo Fender, George Fullerton, e Freddie Tavares

Ano de criação

1954

Quem mandou ver

Elvis Presley, Jimi Hendrix, David Gilmour (Pink Floyd), Mark Knopfler (Dire Straits), John Frusciante (Red Hot ChilliPepers), Sergio Dias (Os Mutantes) e, claro, George Harrison e John Lennon (The Beatles)

Pequeno histórico

A guitarra elétrica teve seu modelo copiado e modificado por diversas vezes e, até 1960, uma Stratocaster feita em outras cores, só por encomenda. Esses modelos eram quase todos pintados com uma tinta automotiva, que encareciam o instrumento em até 5%.

E para quem entende de música, não é muito difícil reconhecer seu som, que bem mais nítido.

Conhecida no Brasil também como "Strato" e na gringa como "Strat" (que pode representar qualquer modelo que recorde o original, já que é fabricada por diversas marcas), inspirou o jornalista Tom Wheeler a escrever o livro "The Stratocaster Chronicles". A obra traz imagens e depoimentos de designers, músicos e executivos.

Você sabia?

Eric Clapton é um superfã da Fender Stratocaster e já revelou ter mais de 100 delas.


Fender Telecaster


Fender Telecaster

Quem criou

Leo Fender

Ano de criação

1950

Quem mandou ver

George Harrison (The Beatles), Eric Clapton, Bruce Springsteen, Joe Strummer (The Clash), Jeff Beck (The Yardbirds), Tom Morello (Rage Against The Machine), Jim Root (Slipknot), Jonny Greenwood (Radiohead)

Pequeno histórico

Também conhecida apenas por Tele, a Fender Telecaster, com um design simples, revolucionou o som e lançou tendência para as guitarras elétricas. Além de ser a primeira, em sua classe de instrumentos, a ser produzida em larga escala.

A Tele abalou as estruturas musicais quando chegou ao mercado e foi de extrema importância para a evolução de ritmos como o country, blues,  electric blues, funk, rock e pop.

E mesmo após tantas modificações com o passar dos anos, usuais em qualquer modelo ou marca, ainda pode ser encontrada com características próximas às originais até hoje.

Você sabia?

George Harrison utilizou uma Fender Telecaster durante as gravações do álbum "Lei it be", dos Beatles. E era com uma dessas que ele estava no Apple Rooftop Concert*.


*Apresentação que os Beatles fizeram no telhado da gravadora Apple 

Não perca nesta sexta-feira (13) o especial do Dia do Rock do caderno de Cultura do Hoje em Dia!

Para celebrar o Dia Mundial do Rock, os 13 filmes mais rock'n'roll de todos os tempos


Paulo Henrique Silva, Pollyanna Dias e Ludmila Azevedo - Do Hoje em Dia com Portal HD





The Boat That Rocked

O longa The Boat That Rocked é perfeito para relembrar e conhecer o melhor do rock (Foto: Divulgação)


Para celebrar o Dia Mundial do Rock, que rola na sexta-feira (13), O blog Fica a Dica, junto ao crítico de cinema do Hoje em Dia, Paulo Henrique Silva, preparou um Top 13 com os filmes mais rock'n'roll de todos os tempos.

1. A Festa Nunca Termina

Em 1976, o aluno de Cambridge Tony Wilson (interpretado por Steve Coogan) vai a um show do "Sex Pistols". Totalmente inspirado por este momento chave da história da música, monta com seus amigos um selo chamado Factory. Os caras assinam um contrato com o "Joy Division" (que viria a ser o "New Order"), com o "James and the Happy Mondays", todos artistas seminais de seu tempo. E o resultado disso? Muito sexo, drogas e música, que acabam culminando no surgimento de um dos dance clubs mais famosos do mundo, o Hacienda, meca de clubbers e adeptos do psicodelismo.




2. A Todo Volume

Raramente um filme consegue penetrar a glamurosa superfície das lendas do rock. Mas este documentário consegue! O longa conta histórias pessoais de três gerações que detonaram com as guitarras. The Edge (U2), Jimmy Page (Led Zeppelin) e Jack White (The White Stripes) revelam como desenvolveram seu som e mostram como preferem tocar seus instrumentos favoritos.



3. The is Spinal Tap

Em 1982, a lendária banda britânica de heavy metal Spinal Tap realiza uma turnê acompanhada por um fã, que também é cineasta. O documentário intercala performances com o dia a dia do grupo, que está em crise. A sinopse deu para enganar? Porque é zoeira mesmo. A verdade é que resolveram fazer uma crítica mordaz ao comportamento rock'n'roll da época e produziram este filme, uma comédia pseudodocumentário.



4. Sid & Nancy

O filme é baseado na morbida biografia de Sid Vicious, baixista do grupo britânico "Sex Pistols", e sua namorada, Nancy Spungen. Após a separação da banda, Sid tentava seguir carreira solo, preso ao vício em heroína. Quando, em uma manhã, Nancy é encontrada morta à facadas e seu companheiro é preso por assassinato.



5. Pink Floyd - The Wall

O musical conta a história de Pink, um cantor de rock que está de saco cheio da industria musical e que só consegue subir nos palcos sob o efeito de drogas. Baseado no álbum duplo do Pink Floyd "The Wall", de 1979, o longa mostra a vida do astro, sua relação com a mãe, os maus tratos na escola... e o muro que ele constroi em torno de si para se proteger do mundo exterior.



6. Os Reis do Iê-Iê-Iê

Rodado em preto e branco e com o título original "A Hard Day's Night", o filme mostra John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr como prisioneiros do sucesso, tendo sempre que se esconder do ataque histérico das fãs. Durante o longa, os Beatles tocam algumas de suas canções, lançadas em um álbum de mesmo nome.



7. The Rock Horror Picture Show

O carro dos recém-casados Brad Majors (Barry Bostwick) e Janet Weiss (Susan Sarandon) quebra no meio da estrada, durante uma mega chuva, e eles só encontram um lugar onde pedir ajuda: o castelo do Dr. Frank-N-Furter, um cientista louco, travesti e transexual. Por lá, moram os servos da figura, seus irmãos, amantes e assistente. Uma comédia musical de horror de arrepiar!



8. Tommy

Durante a II Guerra Mundial, o Capitão Walker é dado como morto em batalha. Sua esposa, Nora Walker, fica então com a tarefa de cuidar sozinha de Tommy, o filho recém-nascido do casal. Ela se envolve com Frank Hobbs, mas anos depois seu antigo marido retorna e é morto por Frank. Tommy presencia tudo, mas a mãe e o padrasto insistem que ele não viu, ouviu e não vai falar nada a ninguém. Em consequência, Tommy se torna cego, surdo e mudo. Um musical baseado na "ópera rock" lançada em 1969 pelo "The Who".



9. A Escola do Rock

Dewey Finn, um rockeiro que acaba de ser expulso da banda "No Vacancy", mora com o amigo Ned Schneebly e sua namorada. Como a moça não aguenta mais ver o companheiro sustentando o músico, manda o cara começar a ganhar um trocado para continuar morando com eles. Finn consegue um emprego como substituto em uma escola tradicional (tudo uma farsa). Por lá, descobre que as crianças têm um talento incrível para a música e monta uma banda de rock com a classe. Muitos problemas à frente...



10. Footloose - Ritmo Quente

A clássica história do adolescente rebelde que sofre com a repressão. O jovem Ren McCormack (Kevin Bacon) se muda com a mãe para uma cidade do interior. Apaixonado pela dança, enfrenta sérios problemas quando um conservador reverendo decide considerar a dança um grave pecado.



BÔNUS FICA A DICA

O Fica a Dica decidiu colocar o dedinho aqui e dar duas sugestões valiosas para você!

11. The Boat That Rocked

Em 1966, existiam várias rádios pirata no Reino Unido. Elas ficavam em barcos ancorados em águas interncaionais e tocavam rock e pop, coisa que a BBC Radio não levava aos seus ouvintes. O filme conta a história de uma estação especifica, a "Radio Rock", e de seus loucos tripulantes e locutores. A comédia britânica é perfeita para relembrar sucessos e virar fã de muita banda massa!



12. Quase Famosos

Um fã ávido por rock'n'roll consegue um trabalho na revista americana Rolling Stone para acompanhar a banda Stillwater em sua primeira excursão pelos Estados Unidos. Porém, quanto mais ele vai se envolvendo com a banda, mais vai perdendo a objetividade de seu trabalho e logo estará fazendo parte do cenário rock dos anos 70.



13. Alta Fidelidade

Rob Gordon (John Cusack) é o dono de uma loja de música à beira da falência, que apenas vende discos em vinil. Azarado no amor e ao mesmo tempo uma enciclopédia ambulante sobre música pop, os caminhos da vida terminam por levá-lo a analisar suas escolhas e prioridades, fazendo com que alcance a maioridade.



Não perca nesta sexta-feira (13) o especial do Dia do Rock do caderno de Cultura do Hoje em Dia!

Saiba como surgiu o Dia Mundial do Rock



Queen no Live Aid 1985
Britânicos do Queen fizeram uma apresentação memorável no festival


Apesar de ser comemorado em todo mundo por roqueiros e posers, pouca gente sabe de onde surgiu o Dia Mundial do Rock. Então, para esclarecer esta pequena dúvida, o Portal HD foi atrás dos fatos e traz a verdade para você.

Tudo começou com Bob Geldof, o cantor, compositor e humanista irlandês que protagonizou o filme "The Wall", aquele famosinho do Pink Floyd mesmo.

O cara organizou, no dia 13 de julho de 1985, um show simultâneo que rolou em Londres na Inglaterra e na Filadélfia (Estados Unidos), o Live Aid.

O festival, que naquele ano contou com gigantes como The Who, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, David Bowie, Sting e Scorpions, tinha como objetivo por fim a fome na Etiópia.

E como eles fariam isso? O show foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e, de um jeitinho bem simpático, abriu os olhos de muita gente pelo globo sobre a situação da nação africana.

E foi assim que a data surgiu. Legal, não é mesmo?

Não perca nesta sexta-feira (13) o especial do Dia do Rock do caderno de Cultura do Hoje em Dia!

Lobão e Erasmo Carlos cobram mais amor e contestação

Erasmo Carlos
Isso é rock, bicho: Tremendão comemora 50 anos de carreira
Icones de duas gerações, Lobão e Erasmo Carlos têm uma paixão incontestável pela música que os move e, ao mesmo tempo, pontos de vista antagônicos quando o assunto é rock'n'roll.

"Por aqui, o rock não morreu, porque simplesmente, noBrasil, o rock não nasceu", dispara Lobão, prestes a completar 55 anos de idade (30 deles dedicados aos palcos). "Somos um país rebolativo. No Brasil não existe esse cenário. Não existe o rock como uma cultura estruturada".

Já o Tremendão, que está completando 50 anos de carreira e segue a todo vapor na estrada com a turnê "Sexo and Rock’n’Roll" (do disco lançado em 2011), ainda faz jus à fama de "mau" e arrasta para o camarim centenas de mulheres atrás de um beijo e um autógrafo após cada show.

"O momento e as tentativas de se fazer rock existem. Nossa! Hoje os discos são feitos dentro de casa! Não há como negar uma cena efervescente, mas não vejo uma revolução ou revolucionários. Não consigo apontar algo que realmente me provoque. Só depois do terceiro disco digo: ‘Bicho, isso é realmente muito bom’. Antes disso é precipitado demais me posicionar", justifica Erasmo.

Enquanto ensaiava com os músicos de sua banda durante passagem de som em Belo Horizonte, Lobão vibrava com os acordes de guitarra e soar da bateria que embalavam uma música e outra: "Ah, isso aqui é divertido demais, rapá". Sim, Lobão, isso é puro rock’n’roll.

"Sabe o que me deixa p..., é que as pessoas não se preocupam com isso. Estou cansado de MPB e de toda essa música medíocre e covarde que fica tocando em churrascaria. Em que transformaram o sertanejo? Hoje o rock está submetido à pior das ditaduras, que é a censura de mercado. Antes, vamos lá, as bandas ainda conseguiam produzir alguma coisa e tocar no Brasil inteiro. Agora só entra nas rádios quem tem dinheiro. E se você não é ouvido, você não existe, cara".

No ano passado, o rebelde Lobão não concordou com o horário proposto para se apresentar no Festival Lollapalooza e recusou o convite. "Tocar às 15h? E uma banda gringa, que ninguém nunca ouvir falar, toca às 22h? Eu não sou herdeiro de nada, mas não vou ficar aqui dando maçã pro professor. A música pra mim é um processo de cura. Ela transforma o mundo. E o que vejo aqui não está mudando nada",diz.

Erasmo completa: "Não dá pra ser rock’n’roll sem diversão. E pra ser um cara do rock é preciso ser pura rebeldia", filosofa.

http://www.hojeemdia.com.br/pop-hd/2.680/lob-o-e-erasmo-carlos-cobram-mais-amor-e-contestac-o-1.10199

Hoje é dia de rock


Hoje nossa vida vai mudar. Para pior ou melhor? Hoje vamos saber. Quem dá mais? Obama ou Mitt? A inteligência que resiste à estupidez ou aqueles 59 milhões de idiotas que elegeram o Bush na fraude da Flórida? Será que vão repetir a roubalheira? Estranha herança da democracia dos 'founding fathers' - furos propositais no sistema eleitoral, 'zebras' programadas. Será que ganha o racismo oculto, recôndito, a KKK na alma de wasps? Bush foi o macaco na loja de louças do Ocidente. Mitt Romney finge ser uma evolução da espécie dos símios, mas é macaco também. E não me venham chamá-lo de "sensato conservador".
Barack Obama passou por Malcolm X, por Luther King e atingiu uma espécie de síntese de virtudes políticas que almejamos: tolerância, a inteligência contra a mentira, pela superação da guerra partidária, contra os lobbies, contra a tirania do petróleo, contra o efeito estufa. E não me venham chamá-lo de "esquerdinha sem programa"...
E aumentou o perigo da eleição de Mitt, depois do péssimo desempenho de Obama no primeiro debate, em parte por narcisismo, pois estava "se achando", e, em parte, por ingenuidade, acreditando que ideias verdadeiras impressionam os eleitores americanos.
Mitt Romney, bem treinado por sua equipe, despejou um discurso de mentiras com altivez e articulação, com sua cara perfeita para presidente, seu rosto 'mix' de Clinton com Kennedy, cabelos grisalhos,  olhos úmidos e um sorriso irônico nos lábios, tudo estudado para arrasar Obama, que a seu lado parecia um vendedor de amendoim. Os democratas esqueceram que no discurso político importa muito mais o tom, o ritmo da frase, o sorriso na hora certa, a ênfase de falsas certezas, a beleza do rosto wasp.  Mitt parecia um Lula ou um Maluf falando inglês: tudo para a mídia, todas as inverdades ditas com precisão e certeza.
Aliás, durante a convenção democrática, notei uma súbita sombra que passou no rosto de Michelle Obama enquanto Clinton fazia seu discurso histórico, arrasando os republicanos. Senti que Michelle, por um segundo, percebeu que o charme infinito, branco e wasp de Clinton poderia eclipsar o marido, sabia que a ajuda de Clinton era excelente e ao mesmo tempo perigosa - poderia relegar Obama para um papel de coadjuvante. Pode ter sido impressão minha, mas confirmou-se no primeiro debate. Diante dos dois wasps clássicos, Clinton e Mitt se digladiando por ele, baixou-lhe um tremor de presidente negro, diante do sutil racismo que existe na maioria dos americanos brancos. Depois disso, tudo ficou por um fio, empate técnico, subida da confiança do republicano que, aconselhado por seus orientadores como Karl Rove, resolveu voltar atrás e bancar o 'moderado', negando todas as barbaridades reacionárias que já proferiu. E com a propaganda reacionária, Obama ficou de 'radical', 'comunista', 'muçulmano e filho bastardo de mãe adúltera'.
Mitt é o delfim da pior face da América: o mundo psíquico dos republicanos, filhos de um deus duro e implacável. Suas caras, suas fuças parecem dizer: "Não tenho dúvidas, não quero ouvir, já sei tudo, Deus me disse...!!"
Eles encarnam o pensamento dos milhões de americanos que jazem entre o hambúrguer e o sofá, diante da TV, gente que acha que problemas se raspam, que dissidências se esmagam, que complexidades se achatam, que o múltiplo tem de virar "um", que tudo tem princípio, meio e fim e que o fim deve ser igual ao início.
Quando Mitt declarou: "Eu não sou o Bush!" - mentiu. Ele é o Bush sim; eles são produzidos em série no útero puritano da América, forjados na velha religião do século 17, falando nas "forças do mal", que são eles mesmos. Há um racismo sutil além da cor da pele.
Se o Mitt for eleito, voltará a grande máquina careta em que todos se encaixam como parafusos obedientes, uma máquina que paralisa o presente num passado eterno, para impedir um futuro que lhes fuja do controle. Os republicanos  não têm mais nada a aprender; eles moram na certeza, na eternidade, exatamente  como os suicidas de Osama. Como os islamitas, o grande desejo letal, funéreo dos republicanos é a cultura da morte, a destruição  de todas as conquistas progressistas dos anos 60 e 70: liberdade, antirracismo, direitos civis. Querem limpar tudo com o detergente da estupidez.
O maior perigo é no plano internacional, com a vitória da ideia de que a América é um país excepcional e que deve reconquistar sua liderança no mundo todo, hostilizando a China, Rússia, apoiando a extrema direita de Israel contra o Irã, sem cultura política e sem habilidade para um mundo em crise econômica (em parte devido a eles) e diante de conflitos crescentes no Oriente Médio. O perigo maior é o que eles pensam: "Chega de frescuras de democracia, multilateralidade, tolerância, bom senso! Vamos botar pra quebrar!"
Imaginem uma guerra na Mesopotâmia, em cima do mar de petróleo. A zona geral do Oriente Médio atingiria o mundo todo, quebraria o comércio internacional e nossos sonhos de emergentes privilegiados. Sente-se no ar o desejo inconsciente por uma tragédia que pareça uma "revelação". Sim. Diante de tantos fatos insolúveis, surge  a fome por algo que ponha fim ao "incontrolável", a coisa que americano mais odeia. Mesmo uma catástrofe atômica parecerá uma "verdade" nova.
Por outro lado, se o Obama ganhar, além de termos um homem sério e culto no poder, um líder capaz de se haver com a complexidade política da época atual, teremos a felicidade de ver a derrota das famílias gordinhas dos boçais da direita, os psicopatas sorridentes de dogmas, seus hambúrgueres malditos, seus churrascos nos jardins e nas cadeiras elétricas, não veremos mais os meninos mortos voltando do Iraque como sanduíches embrulhados "para viagem", a crueldade em nome da bondade, a fé contra a razão, a santidade da burrice, tudo sob um inferno de cânticos evangélicos e música country.
Não percam: hoje, mais um passo para nosso destino!



domingo, 10 de fevereiro de 2013

Alta Fidelidade: As nossas listas para o Dia Mundial do Rock





The Raconteurs/Divulgação
The Raconteurs
O The Raconteurs entra na lista do Fica a Dica no Top de bandas gringas
 

 É impossível listar os 10 nomes mais importantes do rock sem mencionar Chuck Berry, Elvis Presley, The Beatles, The Rolling Stones, Jimi Hendrix, Led Zepelin, The Who, Ramones, Sex Pistols, The Smiths, Raul Seixas, Legião Urbana... só para citar alguns ícones. Por isso, colocamos essa galeria de feras na categoria hors concours e listamos alguns artistas que ficam na longa fila da menção honrosa entre os clássicos.


Confira a listinha do blog Fica a Dica (em ordem alfabética):

Top 10 nacionais (o que rola de novo)

1. 5 a Seco
2. Bidê ou Balde
3. Cachorro Grande
4. Canastra
5. Dead Lover's Twisted Heart's
6. Fusile
7. Móveis Coloniais de Acajú
8. Pequena Morte
9. Phillip Long
10. Transmissor

Top 10 gringos

1. Beck
2. Cafe Tacvba
3. Cage the Elephant
4. Molotov
5. Oasis
6. Queens of the Stone Age
7. Radiohead
8. Supergrass
9. The Raconteurs
10.
The Stone Roses

Top 10 canções nacionais

1. Bete Balanço - Barão Vermelho
2. Bichos Escrotos - Titãs
3. Da Lama ao Caos - Chico Science e Nação Zumbi
4. El Justiciero - Os Mutantes
5. Eu quero ver o Oco - Raimundos
6. Mantenha o Respeito - Planet Hemp
7. O Processo de Criação vai de 10 a 100 mil - Pato Fu
8. Quando a Maré Encher - Versão da Cássia Eller
9. Rádio Bla - Lobão
10. Roots - Sepultura

Top 10 canções gringas

1. Alive - Pearl Jam
2. All Day of the Night - The Kinks
3. Bank Robber - The Clash
4. Because the Night - Patti Smith
5. Blitzkrieg Bop - The Ramones
6. I wanna be Your Dog - The Stooges
7. Smells Like Teen Spirit - Nirvana
8. Song 2 - Blur
9. You're Gonna Miss Me - 13th Floor Elevators
10. Where is my Mind - The Pixies

E aí, curtiu?
Mudaria alguma coisa? Manda seu Top 10 nos comentários, então!

Não perca nesta sexta-feira (13) o especial do Dia do Rock do caderno de Cultura do Hoje em Dia!